26 de março de 2012

Curso em Campinas e visita à Carpalago em Atibaia (COM FOTOS)

Passei um sábado inteiro em Campinas SP, ouvindo sobre lagos. Imagina minha alegria?? Foi um curso nacional sobre montagem e manutenção de lagos ornamentais, ministrado pelo Lescano Junior e pelo Eiti Yamasaki. E no sorteio ao final do curso ainda ganhei uma bomba d'água da Sera!! Este prêmio me rendeu momentos engraçados no aeroporto na volta pra casa, pois não quis despachar...imagine a cena: eu sendo indagada no raio x, sobre o que era o equipamento suspeito, e eu tendo que responder que tratava-se de uma...bomba! rsrsrs
Então...depois desse sábado maravilhoso, ainda tive a oportunidade de conhecer em Atibaia, o show room lindo da Carpalago, onde o Lescano fez um "laguinho" de 160 mil litros. A temática do local é a de um jardim japonês. Nesta fotos ainda não está finalizado, faltam algumas plantas e detalhes, mas já está lindo!

Fotos: Fernanda Lami

Cascata do lago na Carpalago em Atibaia SP
Lago com 160 mil litros


Jardim japonês
Detalhe do Matsu (pinheiro negro)

Eiti na primeira parte do curso

17 de março de 2012

VÍDEO - Aquário Okinawa Churaumi no Japão

Imagens de encher os olhos! A preservação de muitas espécies ocorre desta forma. :)




2 de março de 2012

Planta para Lagos > Papiro Anão

Papiro Anão - Cyperus isocladus
Detalhe das folhas e flores.

Acho o papiro anão muito bonito (difícil eu achar uma planta feia :) ) e de fácil cultivo. Suas raízes necessitam de umidade constante. Os papiros anões desenvolvem-se muito bem em lagos com iluminação solar constante, mas também toleram meia sombra. Aconselho para o plantio utilizar vasos de 30 a 40 cm de diâmetro (tipo bacia, com largura maior que a altura) onde ficam lindos e bem cheios.

Pertecem à família Cyperaceae, têm origem africana e alcançam até 90 cm de altura.

As variedades de espécies de papiros eram consideradas sagradas pelos egípcios. Suas folhas que são hastes finas com pequenas flores, lembram o sol, divindade máxima dos antigos egípcios.  

Fotos: Célio Maeda e Tio Ayres, fórum A Era De Aquários (www.aquahobby.com)


2 de fevereiro de 2012

VÍDEO - Lago na Cubos

Lindo lago localizado em São Paulo, na empresa Cubos, distribuidora de equipamentos para lagos ornamentais.
Este lago foi feito pela Genesis, empresa de Holambra - SP.
Tive a oportunidade de conhecer os dois lugares, empresas de sucesso no ramo.

30 de janeiro de 2012

Plantas para Lagos Ornamentais

A utilização de plantas aquáticas em lagos, tem além da função de ornamentar, algumas funcionalidades bem interessantes.
Existem tipos diferentes, que são classificadas em flutuantes, submersas, submersas com folhas emersas, palustres e marginais.

Desenho: Raquel Patro - Fonte: www.jardineiro.net/br


Grandes vilãs nos lagos são as microalgas verdes, que tornam a água semelhante a um verdadeiro caldo verde. Fator que faz a função de ornamentação do jardim se perder, pois na minha opinião o belo num lago, é poder contemplar os peixes numa água cristalina. Neste ponto as plantas desempenham um importante papel, pois elas absorvem nutrientes que serviriam de alimento para as temidas algas.

As plantas flutuantes, além de amenizarem a incidência solar (onde o excesso também contribui para a proliferação das algas) proporcionam sombra para os peixes.

Funcionam como filtro, algumas absorvem por suas raízes, nitratos e fosfatos (alimento para algas). Também proporcionam local para desova de peixes de água fria (carpas e kinguios), e abrigo para os pequenos alevinos não serem devorados pelos peixes maiores.

Nas próximas postagens, escreverei sobre as principais espécies de plantas para lagos ornamentais.

3 de janeiro de 2012

RESULTADO DE AQUARISMO IRRESPONSÁVEL!!!!!

Espécie invasora, peixe-leão está próxima do Brasil

3 de janeiro de 2012
by RevistaAquario

Entre os peixinhos exuberantes que vivem nos recifes, o peixe-leão vermelho (Pterois volitans) é um destaque com suas nadadeiras laterais e dorsais, listradas e coloridas. Nos anos 90 era uma atração, quase um troféu, entre aquaristas ocidentais. Grandes aquários abertos ao público exibiam esse personagem marinho deslumbrante.
Depois de um acidente, o lionfish (como também é conhecido) ganhou águas norte-americana. Deixou de ser uma beleza controlada para se tornar uma ameaça declarada. Foi logo classificado como espécie invasora, inimiga do equilíbrio ecológico pelo apetite voraz e por não ter predadores naturais.
A espécie invadiu o litoral leste dos Estados Unidos, desceu pela América Central, chegou à América do Sul e se aproxima do Brasil. Está na Venezuela e cada vez mais próximo. Em linha reta, 1.500 quilômetros separam a última avistagem de peixe-leão da Foz do Oiapoque, nosso extremo norte.
Professor da University of California Santa Cruz e curador de peixes da California Academy of Sciences em São Francisco, o biólogo Luiz Rocha afirma que o peixe-leão é uma espécie invasora particularmente ruim por causa de sua eficiência como predador. “O peixe-leão adota uma estratégia ‘de emboscada’, fica num canto camuflado e quando um peixe pequeno passa perto ele abocanha”.
Em sua área de ocorrência original (no encontro dos oceanos Índico e Pacífico), as presas do peixe-leão conhecem o modelo de ataque e sabem como evitá-lo. “Isso não ocorre no Caribe”, explica Luiz Rocha. A invasão do peixe-leão no Golfo do México e no Caribe teve seus efeitos apontados em estudos recentes, que revelam a diminuição significativa de peixes pequenos, onde o peixe-leão chegou. “Pelas características da espécie, podemos dizer que é inevitável sua chegada ao Brasil, mais cedo ou mais tarde”, supõe o pesquisador.

Invasão pode ocorrer em uma década
Um trabalho coordenado pelos professores Oscar Lasso-Alcalá, da Universidad Central de Venezuela, e Juan Posada, da Universidad Simón Bolívar faz o monitoramento dos registros do peixe-leão no Caribe. De acordo com suas previsões, não demorará muito para esses temerosos invasores chegarem aos nossos recifes de corais. “Se for para estimar um prazo”, arrisca o professor Luiz Rocha, “eu diria que em menos dez anos”.
O professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) Jorge Luiz Silva Nunes concorda que a ameaça existe e adverte ela não é a única. “Há inúmeras espécies invasoras que têm merecido atenção, pois não ocorrem apenas danos ecológicos, mas eventos com gastos diretos na economia”, alerta.
Ele cita a introdução do mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei), que bloqueia tubulações de hidrelétricas onerando a produção de energia. “Outros exemplos são pontuais como o coral-sol (Tubastraea spp.) que têm competido por espaço com espécies nativas de corais e o Omobranchus punctatus, encontrado em quase todas as poças de maré de praias urbanas da Ilha do Maranhão”.
A visão otimista de alguns debatedores aponta que a invasão do peixe-leão no litoral nordestino brasileiro poderia ser barrada por um acidente natural de grandes dimensões, a Foz do Amazonas. Essa visão, infelizmente, é minoritária entre pesquisadores. Jorge Luiz Silva Nunes afirma que esses animais podem ultrapassar a foz por baixo da sua influência. “Muitos peixes podem usar o fundo cheio de esponjas e outros organismos bentônicos para servirem de trampolim”, calcula o doutor em oceanografia radicado no Maranhão.

Histórico da invasão
O primeiro registro de um peixe-leão fora de um aquário ocorreu em 1992, em Key Biscayne, Miami. Osmar Júnior acompanha a invasão da espécie como biólogo especializado em vida marinha e como colunista de conservação em revistas de mergulho. Ele conta que em 2002, mais de 30 exemplares de peixe-leão foram identificados pelos pesquisadores da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) espalhados pela costa leste dos Estados Unidos (Flórida, Geórgia, Carolina do Norte e até Nova Jersey).
Também dois exemplares foram capturados na Ilha de Bermudas, a mais de mil quilômetros do continente. Atualmente, os peixes-leão são contados a centenas. “Submersíveis e ROVs, inclusive, estão encontrando a espécie em profundidades entre 80 a 100 metros, curiosamente uma faixa jamais registrada em sua localidade natural”, relata Osmar Luiz Júnior. Nos EUA, a quantidade se tornou abundante e chega a competir com badejos e garoupas nativas.

Mapas fazem a cronologia dos primeiros registros do peixe-leão na América do Norte e, depois, na América Central

Previsão de que a ocupação do peixes-leão seja irresistível e alcance as águas do Rio Grande do Sul.
Dados do NOAA registram que invasão começou na Flórida e se dirigiu ao norte, em razão das correntes marítimas. Acredita-se que o clima vai barrar o lionfish, que até então não se adaptou às latitudes mais altas. A preocupação maior aponta para o sul. Em 2005, conta Osmar Luiz, os primeiros peixes-leão foram vistos nas Bahamas. Depois República Dominicana, Jamaica, Cuba, Ilhas Caymam e Belize. “Além da rapidez com que vem se espalhando, outro fato é a grande densidade de indivíduos que estão sendo observados”, aponta Osmar Luiz. Já se estimaram a quantidade absurda de quase 400 exemplares de peixes-leão por hectare, nas Bahamas. “É cerca de cinco vezes a densidade que ele normalmente apresenta nos recifes do Mar Vermelho”, compara o pesquisador com o habitat clássico desse peixe recifal.

Ameaça à economia e à saúde
O peixe-leão gosta de 50 espécies de pequenos peixes e crustáceos, alguns de valor comercial. Ele pode mudar a oferta de lagostas, por exemplo, por competir com os alimentos desses crustáceos. No Caribe, já se registrou redução na população de peixes-papagaio. “Isso preocupa, porque o peixes-papagaio são herbívoros e tem a função de remover algas que competem com os corais por espaço”, aponta Osmar Luiz. Sem vida recifal, o equilíbrio ecológicos está afetado, alertam os biólogos que estudam a vida marinha e podem detalhar a importância dos recifes de corais na vida no mar. Sem alimentos, populações de lagostas e outras espécies comerciais também podem sofrer as consequências, temem os pescadores (de todos os tamanhos). Isso sem falar nas consequências para o turismo, entre as operadoras de mergulho (os recifes de corais é uma atração clássica, entre os praticantes da atividade).
Uma das reações à invasão, na América Central, foi a liberação da pesca do peixe-leão. O problema é esse peixe exuberante é da família dos Scorpaenidae, a qual pertencem os peixes mais venenosos do mundo. “Como o stonefish do Indo-Pacífico, que causa acidentes letais, e o nosso beatriz ou mangangá”, explica o professor Vidal Haddad Junior, doutor do departamento de Dermatologia e Radioterapia da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em Botucatu, São Paulo e especialista em animais e organismos marinhos peçonhentos.
O veneno do peixe-leão fica nos raios da nadadeira dorsal. Acidentes não são comuns entre as ilhas e continente banhados pelo Mar Vermelho, porque os nativos conhecem muito bem. “No Brasil registrei cinco ou seis acidentes no Instituto Butantan, obviamente em aquaristas”, aponta Vidal Haddad.
O veneno do peixe-leão causa dor intensa, vermelhidão, inchaço e por vezes, bolhas no local onde os raios penetram. “Pode ocorrer mal-estar, mas não mata. O acidente pelo nosso peixe-escorpião (conhecido como beatriz, no Nordeste) é mais grave”, esclarece Haddad. “O único tratamento disponível é mergulhar a mão em água quente, que melhora muito a dor”.

Fonte: O ECO

14 de dezembro de 2011

Coração de um lago ornamental

Há um pensamento muito comum porém errôneo, de que para se fazer um lago, basta escavar um buraco no chão, colocar água, peixes e pronto. Mas um belo lago ornamental necessita de um coração, que é o sistema de filtragem, composto por bomba d'água, filtro biológico e esterilizador UV. Este "coração" garantirá água cristalina e também a saúde dos peixes. O esterilizador UV além de acabar com possíveis patógenos em suspensão na água, elimina também as temidas microalgas, responsáveis pela "água verde". O filtro biológico possui material poroso em seu interior, que propicia a colonização por bactérias aeróbias, que realizam o ciclo do nitrogênio, transformando a amônia (composto tóxico para os peixes) em nitrito, um composto menos tóxico, e enfim em nitrato, garantindo o equilíbrio do lago.
Fotos de equipamentos da Cubos:

Filtro biológico que pode ser utilizado também como vaso.


Material poroso do filtro biológico.

É aconselhável também o uso de uma segunda bomba d'água, para circulação da água. Esta pode ser utilizada numa cascata ou como um pequeno chafariz ou fonte:


Bico de chafariz tulipa.

Bico de chafariz bolha.

Fonte luminosa verde.



6 de dezembro de 2011

FOTOS do lago no bairro Trindade - Florianópolis

Lago que nasceu junto com a casa na Trindade.
Em breve as moradoras do laguinho, as carpas, serão trazidas. E também em breve postarei mais fotos deste lago, das carpas e da bela iluminação subaquática! 








Fotos: Fernanda Lami

23 de novembro de 2011

5° Encontro de Aquarismo de Bauru

Fui a São Paulo algumas vezes este ano para aprender, ter ideias, conhecer o mercado e assim agregar valor ao meu trabalho.
No dia 19 de novembro participei do 5° EAB (Encontro de Aquarismo de Bauru), onde pude ouvir duas palestras particularmente importantes para mim. Uma palestra sobre Lagos Plantados, do Guy Retz Godoy dos Santos, proprietário da Ecosys, empresa de lagos ornamentais, e outra do Renato Kuroki, sobre o Aquapaisagismo Japonês. Ouvir e ver estes homens pessoalmente, para mim é como conhecer ídolos!
Durante o Encontro foi divulgado o resultado do 8° CBAP (Concurso Brasileiro de Aquapaisagismo), e diante de tanta beleza, fiquei entusiasmada a participar quem sabe da 10ª edição! Os aquários são avaliados por fotos. Um aquário plantado é uma obra de arte e saber retrata-lo resulta em uma nova obra de arte. São tantas paixões unidas - lagos, aquapaisagismo e fotografia - que estou anestesiada com algumas possibilidades em vista! Mas anestesiada com uma sensação boa, e também já estou despertando para poder usufruir disto tudo.
Ocorreu também o lançamento do segundo livro de Rony Suzuki, Guia de Plantas Aquáticas. Eu trouxe meu exemplar para Florianópolis autografado, quase como um troféu, pois a viagem foi muito difícil; longa, cansativa, com horários escassos; foi praticamente uma maratona onde levei quase 24 horas entre sair e voltar a São Paulo!
E o mais legal é que estas pessoas, são extremamente humildes e acessíveis, que têm prazer em passar seus conhecimentos.
Me sinto no caminho certo, unindo paixão e trabalho. E fazendo o que se gosta, se faz bem feito. :)

2 de novembro de 2011

Eu:

O APANHADOR DE DESPERDÍCIOS
Manoel de Barros

"Uso a palavra para compor meus silêncios.
 Não gosto das palavras
 fatigadas de informar,
 dou mais respeito
 às que vivem de barriga no chão
 tipo água, pedra, sapo.
 Entendo bem o sotaque das águas.
 Dou respeito às coisas desimportantes
 e aos seres desimportantes.
 Prezo insetos mais que aviões.
 Prezo a velocidade
 das tartarugas mais que a dos mísseis.
 Tenho em mim esse atraso de nascença.
 Eu fui aparelhado
 para gostar de passarinhos.
 Tenho abundância de ser feliz por isso.
 Meu quintal é maior do que o mundo.
 Sou um apanhador de desperdícios:
 Amo os restos
 como as boas moscas.
 Queria que a minha voz tivesse um formato de canto.
 Porque eu não sou da informática:
 Eu sou da invencionática.
 Só uso a palavra para compor meus silêncios."

11 de outubro de 2011

FOTOS de 3 etapas do lago em Ratones

Em maio deste ano, montei um lago no jardim de uma casa no bairro Ratones em Florianópolis. O resultado foi ótimo, porém o subsolo reservou uma "dura" surpresa. Antigamente, quando na casa moravam outras pessoas (os atuais moradores desconheciam o fato), a passagem para a garagem era por este local do lago, e debaixo da terra se escondiam 2 trilhos de concreto para carros! Foi trabalho pesado quebrar os trilhos, mas no fim deu tudo certo.  
Seguem fotos da demarcação do lago, depois de escavado (e já sem os trilhos!!) e do resultado final, incluindo uma foto noturna com iluminação subaquática.
Todos os equipamentos são da Cubos, empresa brasileira distribuidora de equipamentos para lagos ornamentais. Os holofotes de LED, são um show à parte! A iluminação em conjunto com a bomba submersa que tem bico para efeito chafariz, deixa a água que está no ar, da cor dos LEDs. Gosto muito dessa coloração verde, mas há outras opções, como branco, azul, vermelho, amarelo ou multicor, com três cores rotativas.
Há 5 carpas tímidas neste lago. Chegaram em maio, bem pequenas, se entocando sempre que alguém chegava perto. Final de semana passado fui fazer a manutenção do lago, fiquei muito feliz em vê-las bem crescidas e mais desinibidas!

                                  





Créditos das fotos:
Fernanda Hinnig
Fernanda Lami

8 de outubro de 2011

Paraísos Particulares

Tenho um encantamento de criança, que se encanta por quase tudo que vê pela primeira vez. A diferença é que eu mantenho isso mesmo vendo algo pela incontável vez. Não somente pelo o que é aguçado pela visão; pode ser um sabor, um cheiro, uma sensação...enfim, todos os sentidos me causam algum tipo de encanto.
Acho que isso foi o que me ajudou a decidir com o que quero me realizar profissionalmente. Minha função é encantar as pessoas com meu trabalho. Projeto lagos ornamentais!
Começou com o fascínio por peixes ornamentais, depois veio a descoberta da beleza do mundo complexo entre 4 paredes de vidro dos aquários, que me levou a contemplar carpas koi em belos lagos, e agora outra bela possibilidade de aquarismo, o aquapaisagismo.
Porém, tudo isso, deve ser praticado com responsabilidade. O laguismo e aquarismo com responsabilidade, favorecem condições de vida tão boas ou às vezes melhores que em ambiente natural, proporcionando melhor qualidade de vida e mais chances de sobreviver.
Com tudo isso em mente, foi criada a Espelhos de Cascaes, empresa que projeta e monta lagos ornamentais em Florianópolis e região. Cuida também da manutenção, para cada cliente só aproveitar a tranquilidade que um lago traz.